Pessoal fotos do Ho meu deus no meu facebook, abraço
Bruno afonso
Treck 9.9ssl ellite team
quarta-feira, 4 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
trek
Mora cá em casa uma nova montada, visto não ter ficado satisfeito com a anterior, uma lapiere xcontrol 900.
fica então a apresentação da maquina e componentes.
Quadro Trek 9.9ssl world cup
Suspenção Fox terralogic 100mm Kashima
Rodas notubes aros ZTR crest/ cubos hope
Pneus maxxis larsen 1.95
Transmisão completa XX
Desviador traseiro X0
Travões hope race
Pedais XTR
Guiador recto PRO carbon
Avanço ritchey 100mm
Selim Prologo Titanio
porta bidons campanolo record carbon
Peso total 9.5kg
Ficam umas fotos, para apreciação espero que gostem, já experimentei e é talvez a melhor bike de btt que já possuí.
Cumprimentos e boas pedaladas
Bruno Afonso
fica então a apresentação da maquina e componentes.
Quadro Trek 9.9ssl world cup
Suspenção Fox terralogic 100mm Kashima
Rodas notubes aros ZTR crest/ cubos hope
Pneus maxxis larsen 1.95
Transmisão completa XX
Desviador traseiro X0
Travões hope race
Pedais XTR
Guiador recto PRO carbon
Avanço ritchey 100mm
Selim Prologo Titanio
porta bidons campanolo record carbon
Peso total 9.5kg
Ficam umas fotos, para apreciação espero que gostem, já experimentei e é talvez a melhor bike de btt que já possuí.
Cumprimentos e boas pedaladas
Bruno Afonso
domingo, 25 de março de 2012
loures/evora 2012 por brunomlafonso@hotmail.com no Garmin Connect - Detalhes
http://connect.garmin.com/activity/161614158#.T2-XhhXn_do.blogger
Boas.
Bem mais uma étapa classica de vertente ludica se efectuou, com vários grupos de cicloturistas dos arredores de lisboa compareceram para efectuar uma viagem inseridos num quase pelotão de uma grande volta.
Bem começamos do inicio, pelas 07.00 da manha já uma busina tocava no telemovel, era o outro Afonso o joão estão a ver né, nem dormiu com os nervos, lá montamos a feira e fomos em direcção a Loures onde chegamos muito rapidamente, chegando lá poucos eram os duros presentes, mas engraçado parece que combinamos todos ao mesmo tempo.
Hora da partida com umas fotos pelo meio, pois o Antonio Monteiro nunca aparece nas sessões fotograficas, tambem merece coitado, começo da étapa com um ritmo muito acessivel comparativamente a outros anos em que participei do loures/ Evora, como sempre quando andamos em pelotão grande, parece que os kms passam mais rapidamente e muito rapido chegamos ao 1º ponto quente, que normalmente é em Vila Franca, vinham alguns duros a trazer tal pelotão caso do Vaqueirinho, Tó Monteiro, Nuno Tdi tambem eu me chegava de vez em quando, mas nunca á cabeça pois haviam muitos atletas quase "profissionais", mais uma vez o nosso "amigo" Rui espeta um prego á entrada do empedrado e o que acontece quase como que por instincto, é o pessoal arrancar por ali fora como se fosse a pista do autodromo, meus ricos euros das rodas foniz que até doi.
Passamos a recta do cabo com o pelotão composto, com algum vento de frente e de lado, o que nos causa alguma dificuldade engraçado é que se formos do meio do pelotão para a frente é como se fossemos atraidos pelos que vão á nossa frente, e que vem na cauda que que ir sempre ao esticão a fazer recuperações, o que passados alguns kms começam a fazerem-se sentir.
Quase a chegar a pegões um furo faz abrandar o pelotão mas quase não se sentiu o reduzir da velocidade.
Vendas Novas e mais uma vez é aqui que se faz alguma loucura com o aumento da velocidade dentro da localidade, com tanto sitio bacano para acelararmas pronto, lá seguimos viagem para haver uma tentativa de fuga, do nosso amigo Carlos tapadas um elemento dos pinnas e outro do grupo de ciclismo de Alverca, nesta altura quem assumia a cabeça do pelotão era eu seguido de mais alguns duros, caso do Tó monteiro, o meu irmão, Vaqueirinho, etc. então claro como deve ser abrandei um pouco o ritmo para que a fuga aumentasse a vantagem passando a palavra ao tó-" não vamos aumentar que vai lá o Carlos" ao qual ele respondeu positivo, mas para meu espanto passa um ciclista, e não é que era um dos meus, um "duro" temos que rever esta estrategia pois só vamos buscar os que estão em fuga quando vai um duro, não entendi, mas o Carlos como é um verdadeiro duro seguiu em fuga mesmo depois dos outros abdicarem, tive pena de não estar com ele nesta que foi a unica fuga do dia, até aqui foram varios os aumentar de ritmo por parte dos pinnas, e do elemento da carboom, acho que propositado para desgastar o pelotão pois todos iam fortes, com capacidade de recuperação, e a parade de Monte-mor ia fazer a diferença.
Chegados ao sopé da subida o ritmo foi logo aumentado mas sempre suportavel, estava-me a sentir bem, depois da curva para a esquerda que dá acesso á rotunda, o André põe prego a fundo e arrancam varios elementos, entre tanto o Carlos é apanhado, tambem eu passei por ele, e vou-vos dizer foi um sprint até ao final da subida, mas finalmente cheguei lá com os 1ºs, eramos talvez uns 15, mas após a subida logo se baixou o ritmo, levando a que muita gente reentrasse no grupo da frente, durante algum tempo senti-me um pouco "ametrontado" pois só estava eu dos duros com os lobos, para a frente não havia nenhum, e para traz nem vi, só quanto o ritmo baixou é que olhei e vi varias camisolas inclussive a do meu irmão, o que me deixou muito satisfeito saber que tambem ele tinha passado bem a subida, vi o Alvaro o tapadas o grande helder o tdi o vaqueirinho e os amigos, eramos alguns, bem representados os duros!!!bem mas a dureza não se fica por monte-mor, porque é sempre a subir quase até èvora, já na ultima rampa um grupo toma a dianteira ,e do pelotão salta o Vaqueirinho para fazer a ligação, com ele vai o Nuno Tdi e eu, e digo foi um penar para encostar mas com a ajuda dos meus companheiros de pedaladas lá encostamos e comnosco todo o pelotão, fizemos-nos á descida com alta velocidade o que se tornou um pouco perigosa, com toda a gente a querer posicionar-se o mais á frente possivel, e eu ainda apanhei alguns sustos, tento mesmo que sair da faixa, um perigo, ainda disse ao meu irmão, olha que está perigoso e deixei de tentar chegar mais á frente, e na passadeira do pingo doce, tirei gás atrapalhando o Alvaro, a quem devo um pedido de desculpa pois teve que fazer uma maior recuperação, mas para mim tinha terminado, estava mesmo a ver uma queda, o que se veio a confirmar com a queda do Helder e do Vaqueirinho. não querendo ser precunçoso acho que se tenho chegado com um grupo mais restrido 10 ou 15, tinha ido lá ao sprint pois sentia-me ainda com muita força, mas pronto para mim o importante é chegar são e salvo com o material em prefeitas condições.
Comigo parou o Vitinho que me facilitou uma aguinha pois já não tinha parecia um camelo, a beber da bossa lol.
Quanto ao Tó fonix estava com uns nervos que só vendo queria ir á meta cortar a linha, pró ano levo-te uns calmantes, foi uma bela étapa.
O resto do dia foi o melhor, já lá tinha as minhas queridas á espera para ir-mos almoçar, fomos a um restaurante muito bom perto da praça central da parte historica da cidade, visitamos o monumento de Diana "espetacular", e o mais curioso foi encontrar um brinquedo da minha juventude que á muiot não via á venda, eram piões de madeira de varios tamanhos, claro que comprei logo 2 e só so rir com a Bea e a Paula para ver quem conseguia por o pião a rodar, a miuda adorou. na volta uma paragem em vendas-novas para matar saudades do meu tempo de tropa que lá passei e claro uma cola fresquinha numa das esplanadas da avenida central.
As classicas tambem devem servir conhecer e ajudar as localidades que nos acolhem e que causamos algum transtorno, temos que admitir.
Ficam umas fotos do resto do dia
Um abraço e boas pedaladas
Bruno Afonso
Boas.
Bem mais uma étapa classica de vertente ludica se efectuou, com vários grupos de cicloturistas dos arredores de lisboa compareceram para efectuar uma viagem inseridos num quase pelotão de uma grande volta.
Bem começamos do inicio, pelas 07.00 da manha já uma busina tocava no telemovel, era o outro Afonso o joão estão a ver né, nem dormiu com os nervos, lá montamos a feira e fomos em direcção a Loures onde chegamos muito rapidamente, chegando lá poucos eram os duros presentes, mas engraçado parece que combinamos todos ao mesmo tempo.
Hora da partida com umas fotos pelo meio, pois o Antonio Monteiro nunca aparece nas sessões fotograficas, tambem merece coitado, começo da étapa com um ritmo muito acessivel comparativamente a outros anos em que participei do loures/ Evora, como sempre quando andamos em pelotão grande, parece que os kms passam mais rapidamente e muito rapido chegamos ao 1º ponto quente, que normalmente é em Vila Franca, vinham alguns duros a trazer tal pelotão caso do Vaqueirinho, Tó Monteiro, Nuno Tdi tambem eu me chegava de vez em quando, mas nunca á cabeça pois haviam muitos atletas quase "profissionais", mais uma vez o nosso "amigo" Rui espeta um prego á entrada do empedrado e o que acontece quase como que por instincto, é o pessoal arrancar por ali fora como se fosse a pista do autodromo, meus ricos euros das rodas foniz que até doi.
Passamos a recta do cabo com o pelotão composto, com algum vento de frente e de lado, o que nos causa alguma dificuldade engraçado é que se formos do meio do pelotão para a frente é como se fossemos atraidos pelos que vão á nossa frente, e que vem na cauda que que ir sempre ao esticão a fazer recuperações, o que passados alguns kms começam a fazerem-se sentir.
Quase a chegar a pegões um furo faz abrandar o pelotão mas quase não se sentiu o reduzir da velocidade.
Vendas Novas e mais uma vez é aqui que se faz alguma loucura com o aumento da velocidade dentro da localidade, com tanto sitio bacano para acelararmas pronto, lá seguimos viagem para haver uma tentativa de fuga, do nosso amigo Carlos tapadas um elemento dos pinnas e outro do grupo de ciclismo de Alverca, nesta altura quem assumia a cabeça do pelotão era eu seguido de mais alguns duros, caso do Tó monteiro, o meu irmão, Vaqueirinho, etc. então claro como deve ser abrandei um pouco o ritmo para que a fuga aumentasse a vantagem passando a palavra ao tó-" não vamos aumentar que vai lá o Carlos" ao qual ele respondeu positivo, mas para meu espanto passa um ciclista, e não é que era um dos meus, um "duro" temos que rever esta estrategia pois só vamos buscar os que estão em fuga quando vai um duro, não entendi, mas o Carlos como é um verdadeiro duro seguiu em fuga mesmo depois dos outros abdicarem, tive pena de não estar com ele nesta que foi a unica fuga do dia, até aqui foram varios os aumentar de ritmo por parte dos pinnas, e do elemento da carboom, acho que propositado para desgastar o pelotão pois todos iam fortes, com capacidade de recuperação, e a parade de Monte-mor ia fazer a diferença.
Chegados ao sopé da subida o ritmo foi logo aumentado mas sempre suportavel, estava-me a sentir bem, depois da curva para a esquerda que dá acesso á rotunda, o André põe prego a fundo e arrancam varios elementos, entre tanto o Carlos é apanhado, tambem eu passei por ele, e vou-vos dizer foi um sprint até ao final da subida, mas finalmente cheguei lá com os 1ºs, eramos talvez uns 15, mas após a subida logo se baixou o ritmo, levando a que muita gente reentrasse no grupo da frente, durante algum tempo senti-me um pouco "ametrontado" pois só estava eu dos duros com os lobos, para a frente não havia nenhum, e para traz nem vi, só quanto o ritmo baixou é que olhei e vi varias camisolas inclussive a do meu irmão, o que me deixou muito satisfeito saber que tambem ele tinha passado bem a subida, vi o Alvaro o tapadas o grande helder o tdi o vaqueirinho e os amigos, eramos alguns, bem representados os duros!!!bem mas a dureza não se fica por monte-mor, porque é sempre a subir quase até èvora, já na ultima rampa um grupo toma a dianteira ,e do pelotão salta o Vaqueirinho para fazer a ligação, com ele vai o Nuno Tdi e eu, e digo foi um penar para encostar mas com a ajuda dos meus companheiros de pedaladas lá encostamos e comnosco todo o pelotão, fizemos-nos á descida com alta velocidade o que se tornou um pouco perigosa, com toda a gente a querer posicionar-se o mais á frente possivel, e eu ainda apanhei alguns sustos, tento mesmo que sair da faixa, um perigo, ainda disse ao meu irmão, olha que está perigoso e deixei de tentar chegar mais á frente, e na passadeira do pingo doce, tirei gás atrapalhando o Alvaro, a quem devo um pedido de desculpa pois teve que fazer uma maior recuperação, mas para mim tinha terminado, estava mesmo a ver uma queda, o que se veio a confirmar com a queda do Helder e do Vaqueirinho. não querendo ser precunçoso acho que se tenho chegado com um grupo mais restrido 10 ou 15, tinha ido lá ao sprint pois sentia-me ainda com muita força, mas pronto para mim o importante é chegar são e salvo com o material em prefeitas condições.
Comigo parou o Vitinho que me facilitou uma aguinha pois já não tinha parecia um camelo, a beber da bossa lol.
Quanto ao Tó fonix estava com uns nervos que só vendo queria ir á meta cortar a linha, pró ano levo-te uns calmantes, foi uma bela étapa.
O resto do dia foi o melhor, já lá tinha as minhas queridas á espera para ir-mos almoçar, fomos a um restaurante muito bom perto da praça central da parte historica da cidade, visitamos o monumento de Diana "espetacular", e o mais curioso foi encontrar um brinquedo da minha juventude que á muiot não via á venda, eram piões de madeira de varios tamanhos, claro que comprei logo 2 e só so rir com a Bea e a Paula para ver quem conseguia por o pião a rodar, a miuda adorou. na volta uma paragem em vendas-novas para matar saudades do meu tempo de tropa que lá passei e claro uma cola fresquinha numa das esplanadas da avenida central.
As classicas tambem devem servir conhecer e ajudar as localidades que nos acolhem e que causamos algum transtorno, temos que admitir.
Ficam umas fotos do resto do dia
Um abraço e boas pedaladas
Bruno Afonso
segunda-feira, 19 de março de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
tgv corroios por brunomlafonso@hotmail.com no Garmin Connect - Detalhes
http://connect.garmin.com/activity/152951617#.T0q9bAESQY4.blogger
Aqui fica o track e resumo da volta.
Abraço
Bruno Afonso
Aqui fica o track e resumo da volta.
Abraço
Bruno Afonso
TGV corroios
Boas.
Bem hoje a convite de um grande amigo"Nuno TDI" fui a Coina tentar apanhar o comboio de corroios.
Bem cedo por volta das 08.30, em frente ao quartel os fuzileiros o frio era mais que muito, desgraçados daqueles recrutas, bem 1ª paragens no centro de Coina para um café bem quentinho e fazer um pouco de tempo para que o pessoal que já vinha de corroios nos apanha-se por ali, e antes das 09.00 lá apareceu um pelotão gigante de fazer inveja a qualquer grupo da margem norte do tejo e não ficou por ali, impressionante foi que durante largos kms íamos apanhando, pessoal em quase todas as localidades tal e qual um comboio a apanhar seus passageiros.
Bom o grupo tem algumas diferenças daquilo a que eu estou habituado quero com isto dizer que o comboio não pára, não há dois ritmos é sempre a andar até ao fim por vezes mais rápido outras mais para recuperar mas o andamento é brutal, 134km a uma média de 33kmh com a Ascenção ás antenas no parque natural da Arrábida, mas já lá vamos.
Bem o 1º ponto quente foi na chegada a Palmela, com o que a malta daquele lado chama de meta volante tem uma subida ligeiramente inclinada mas o ritmo de trinta e muitos faz logo ali uma grande selecção, o que até foi bom pois o perigo estava em todo o lado, com pessoal de um lado pro outro e o pessoal com medo de ficar pendurado fica nervoso.
Passada a 1ª meta ficamos metade e até ao montijo mais do mesmo com velocidades durante muito tempo acima dos 40 e muitos, o que para quem vai no meio do bolo só tem que tentar seguir uma boa roda, o Tdi como se sentia com forças também ele meteu ritmo durante algum tempo, chegados ao Montijo era hora de virar para traz e um furo faz abrandar o ritmo, mas que não faz parar o pelotão, já muito seleccionado lá apontamos as setas para Setúbal e mais propriamente a serra da Arrábida com a subida ás antenas na cabeça de muitos que ainda estavam no seio do grupo, não vou mentir tambem eu estava a pensar na subida pois só a fiz uma vez e já foi a algum tempo.
Rapidamente os kms passam e também muito rápido chagamos novamente a Palmela onde o grupo se reduz ainda mais, isto porque nem todos se queriam fazer a tal dificuldade, ficamos talvez uns 20, um pouco depois tivemos azar o Nuno deixa cair um dos bidons e azar dos azares era logo o que estava cheio, e claro está não o ia deixar sozinho, também lhe disse "olha deixa lá fica para a próxima" pensando nós que nunca mais os via-mos, mas com um esforço conjunto entre mim e ele conseguimos juntar de novo ao grupo já em plena subida, e ai pensei bem granda galo juntamos logo no pior sitio porque se aceleram ficamos já aqui, porque sem recuperar um pouco não dava para seguir, gastamos muita energia para recuperar, mas não, até á Secil o ritmo manteve-se calmo, mas foi sol de pouca dura ai alguns dos elementos começaram a dizer até já e para esperarem lá me cima e assim lá começamos a ascensão, eu estive sempre tranquilo pois já tinha decidido que ia fazer a subida com a malta até onde desse e assim foi, mas para meu espanto não me correu assim tão mal ,sempre na cauda do grupo a segurar uma roda ou outra e lá fui subindo, a seguir ao 1º falso plano o ritmo aumentou e ai começaram a ficar alguns elementos, eu mantive-me bem até ao ultimo terço da subida, onde as rampas nunca baixam dos 8% de inclinação, e ai comecei a quebrar um pouco e a perder a roda dos que iam um pouco mais na frente ainda por cima passaram por mim uns quantos que já tinham ficado para traz á muito, de uma forma muito peculiar que deixo á vossa imaginação, mas lá passaram por mim sem remorsos, mas na boa, lá finalizei a subida, de salientar para quem não conhece a paisagem é qualquer coisa de espetacular de se apreciar ainda por cima em cima da bike que tanto gosto, é brutal.
Nova fase que se avizinhava isto é as descidas vertiginosas com alta velocidade, mas 1º uma foto de grupo no miradouro que hoje parecia que estávamos a ver um mar de algodão doce, com uma neblina que cobria todo o mar e rio que ali se juntam lindo, descida e velocidade máxima bem perto dos 80kmh, numa dessas descidas passei por toda a gente embalado e fogo mais valia ter travado, pois parece que tinha ligado um interruptor a malta deve ter pensado que eu ia fazer uma fuga, logo meteram um passo que fiquei com a lingua de fora, nalguns topos que apareceram depois das descidas, e até Azeitão não baixou o ritmo ainda apanhei um valente susto com mais alguns, um dos elementos fura e quase manda meia duzia ao chão, mas passamos todos.
Passando Azeitão e mais alguns nos deixam ficamos á volta de 15 para finalizar a espetacular étapa até Coina onde haviamos de finalmente aliviar as pernas para recuperar até á casa da gentil srª sogra do Nuno.
Nota final e apreciação, bom um pelotão espetacular em termos de números de elementos, mas um pouco perigoso devido ao comportamento de alguns mais afoitos, as estradas fazem inveja pela qualidade e pela ausência de buracos, tampas, etc, pena que só 2 tenham envergado a dura camisola em tão grande pelotão, o pessoal é 5 estrelas com um andamento muito bom e para finalizar a paisagem vale o esforço, tempo e dinheiro que gastei para a deslocação.
Cumprimentos
Bruno Afonso
Bem hoje a convite de um grande amigo"Nuno TDI" fui a Coina tentar apanhar o comboio de corroios.
Bem cedo por volta das 08.30, em frente ao quartel os fuzileiros o frio era mais que muito, desgraçados daqueles recrutas, bem 1ª paragens no centro de Coina para um café bem quentinho e fazer um pouco de tempo para que o pessoal que já vinha de corroios nos apanha-se por ali, e antes das 09.00 lá apareceu um pelotão gigante de fazer inveja a qualquer grupo da margem norte do tejo e não ficou por ali, impressionante foi que durante largos kms íamos apanhando, pessoal em quase todas as localidades tal e qual um comboio a apanhar seus passageiros.
Bom o grupo tem algumas diferenças daquilo a que eu estou habituado quero com isto dizer que o comboio não pára, não há dois ritmos é sempre a andar até ao fim por vezes mais rápido outras mais para recuperar mas o andamento é brutal, 134km a uma média de 33kmh com a Ascenção ás antenas no parque natural da Arrábida, mas já lá vamos.
Bem o 1º ponto quente foi na chegada a Palmela, com o que a malta daquele lado chama de meta volante tem uma subida ligeiramente inclinada mas o ritmo de trinta e muitos faz logo ali uma grande selecção, o que até foi bom pois o perigo estava em todo o lado, com pessoal de um lado pro outro e o pessoal com medo de ficar pendurado fica nervoso.
Passada a 1ª meta ficamos metade e até ao montijo mais do mesmo com velocidades durante muito tempo acima dos 40 e muitos, o que para quem vai no meio do bolo só tem que tentar seguir uma boa roda, o Tdi como se sentia com forças também ele meteu ritmo durante algum tempo, chegados ao Montijo era hora de virar para traz e um furo faz abrandar o ritmo, mas que não faz parar o pelotão, já muito seleccionado lá apontamos as setas para Setúbal e mais propriamente a serra da Arrábida com a subida ás antenas na cabeça de muitos que ainda estavam no seio do grupo, não vou mentir tambem eu estava a pensar na subida pois só a fiz uma vez e já foi a algum tempo.
Rapidamente os kms passam e também muito rápido chagamos novamente a Palmela onde o grupo se reduz ainda mais, isto porque nem todos se queriam fazer a tal dificuldade, ficamos talvez uns 20, um pouco depois tivemos azar o Nuno deixa cair um dos bidons e azar dos azares era logo o que estava cheio, e claro está não o ia deixar sozinho, também lhe disse "olha deixa lá fica para a próxima" pensando nós que nunca mais os via-mos, mas com um esforço conjunto entre mim e ele conseguimos juntar de novo ao grupo já em plena subida, e ai pensei bem granda galo juntamos logo no pior sitio porque se aceleram ficamos já aqui, porque sem recuperar um pouco não dava para seguir, gastamos muita energia para recuperar, mas não, até á Secil o ritmo manteve-se calmo, mas foi sol de pouca dura ai alguns dos elementos começaram a dizer até já e para esperarem lá me cima e assim lá começamos a ascensão, eu estive sempre tranquilo pois já tinha decidido que ia fazer a subida com a malta até onde desse e assim foi, mas para meu espanto não me correu assim tão mal ,sempre na cauda do grupo a segurar uma roda ou outra e lá fui subindo, a seguir ao 1º falso plano o ritmo aumentou e ai começaram a ficar alguns elementos, eu mantive-me bem até ao ultimo terço da subida, onde as rampas nunca baixam dos 8% de inclinação, e ai comecei a quebrar um pouco e a perder a roda dos que iam um pouco mais na frente ainda por cima passaram por mim uns quantos que já tinham ficado para traz á muito, de uma forma muito peculiar que deixo á vossa imaginação, mas lá passaram por mim sem remorsos, mas na boa, lá finalizei a subida, de salientar para quem não conhece a paisagem é qualquer coisa de espetacular de se apreciar ainda por cima em cima da bike que tanto gosto, é brutal.
Nova fase que se avizinhava isto é as descidas vertiginosas com alta velocidade, mas 1º uma foto de grupo no miradouro que hoje parecia que estávamos a ver um mar de algodão doce, com uma neblina que cobria todo o mar e rio que ali se juntam lindo, descida e velocidade máxima bem perto dos 80kmh, numa dessas descidas passei por toda a gente embalado e fogo mais valia ter travado, pois parece que tinha ligado um interruptor a malta deve ter pensado que eu ia fazer uma fuga, logo meteram um passo que fiquei com a lingua de fora, nalguns topos que apareceram depois das descidas, e até Azeitão não baixou o ritmo ainda apanhei um valente susto com mais alguns, um dos elementos fura e quase manda meia duzia ao chão, mas passamos todos.
Passando Azeitão e mais alguns nos deixam ficamos á volta de 15 para finalizar a espetacular étapa até Coina onde haviamos de finalmente aliviar as pernas para recuperar até á casa da gentil srª sogra do Nuno.
Nota final e apreciação, bom um pelotão espetacular em termos de números de elementos, mas um pouco perigoso devido ao comportamento de alguns mais afoitos, as estradas fazem inveja pela qualidade e pela ausência de buracos, tampas, etc, pena que só 2 tenham envergado a dura camisola em tão grande pelotão, o pessoal é 5 estrelas com um andamento muito bom e para finalizar a paisagem vale o esforço, tempo e dinheiro que gastei para a deslocação.
Cumprimentos
Bruno Afonso
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
De volta á escrita
Boa noite.
Finalmente arranjo um tempinho para escrever qualquer coisa relacionada com as voltas domingueiras, e os treinos semanais, quando dá claro.
Bom ando a tentar efectuar um plano de treinos e de perda de peso que está a mais, isto com vista ao bem conhecido movimento ciclista do pais vizinho, Quebrantahuesos.
Para quem não está a par é um dia de bikes nos Pirenéus Espanhóis e Franceses, com 205km de distancia e mais de 5500m de acumulado de subida.
Quanto aos treinos teem passado pelos rolos em casa claro e quando dá lá se faz uma estrada ou um btt com a malta dos duros, estes 4 dias de descanso deu para fazer mais de 300kms o que foi muito proveitoso para o que tinha planeado.
A etapa de hoje foi algo dura do abastecimento para a frente com o bem aparecido PB a impor alguns ritmos bem acessos, pena foi o acidente que se deu a cerca de 60kmh, pelo aparato podia ter sido bem pior, mas graças a Deus correu tudo pelo melhor, isto é ninguém se aleijou.
Cumprimentos
Bruno Afonso
Finalmente arranjo um tempinho para escrever qualquer coisa relacionada com as voltas domingueiras, e os treinos semanais, quando dá claro.
Bom ando a tentar efectuar um plano de treinos e de perda de peso que está a mais, isto com vista ao bem conhecido movimento ciclista do pais vizinho, Quebrantahuesos.
Para quem não está a par é um dia de bikes nos Pirenéus Espanhóis e Franceses, com 205km de distancia e mais de 5500m de acumulado de subida.
Quanto aos treinos teem passado pelos rolos em casa claro e quando dá lá se faz uma estrada ou um btt com a malta dos duros, estes 4 dias de descanso deu para fazer mais de 300kms o que foi muito proveitoso para o que tinha planeado.
A etapa de hoje foi algo dura do abastecimento para a frente com o bem aparecido PB a impor alguns ritmos bem acessos, pena foi o acidente que se deu a cerca de 60kmh, pelo aparato podia ter sido bem pior, mas graças a Deus correu tudo pelo melhor, isto é ninguém se aleijou.
Cumprimentos
Bruno Afonso
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